sexta-feira, 19 de março de 2010

Visita ao Ateneu Artístico Vilafranquense



Foi organizada pelo professor Lino Moreira, com a colaboração da professora de Língua Portuguesa - Ana Rabaça - uma visita de estudo ao Ateneu Artístico Vilafranquense, no dia 10 de Fevereiro de 2010.
O Ateneu tem uma vista privilegiada sobre a cidade de Vila Franca de Xira e a Lezíria Ribatejana (parte da Reserva Natural do Estuário do Tejo) e teve a sua origem num grupo de amigos, em 1888, que gostavam de passar o tempo a tocar instrumentos musicais típicos de Portugal, como por exemplo: as ocarinas
[i]. Desde o séc. XIX existiram mais de vinte presidentes responsáveis por esta instituição, a qual ganhou vários prémios em diversas modalidades (desportivas, culturais, musicais…). Foi considerada, em 1999, pelo ministro da Cultura – Professor Doutor António Carrilho – uma instituição de reconhecido Mérito Cultural.
Das instalações do Ateneu destaca-se o Auditório, cuja sala permite, pela sua concepção acústica e em todo o seu espaço, a audição da voz humana sem necessidade de recurso ao microfone.
A visita proporcionou-nos um maior conhecimento da nossa cidade e quais as actividades que se podem realizar no Ateneu (ballet, sevilhanas, flamengo, danças de salão, teatro, Taekwondo, judo, ginástica, dança oriental e aulas de piano… No Ateneu podem, ainda, ser organizadas festas e concertos musicais. Em Março haverá a exibição de várias bandas internacionais que virão de todo o mundo mostrar a sua música.
No final da visita fomos contemplados com um excerto de piano tocado por uma excelente pianista da Geórgia que dá aulas no Ateneu. Gostámos muito deste momento.
Esta visita foi também uma oportunidade de conhecermos o seu actual presidente – Sr. Mário Calado – e a sua história de vida, a qual demonstrou um grande esforço e dedicação a esta instituição da cidade de Vila Franca de Xira.

Os alunos do 2º CA e 2º CB.



[i] A ocarina é um instrumento de sopro globular feito de porcelana, terracota ou pedra, semelhante a uma flauta. É um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo. Possui normalmente a forma oval tendo de quatro a treze buracos para os dedos, porém há algumas variações nesse desenho. Um tubo projecta-se de seu corpo servindo de bocal. Normalmente é feito de material cerâmico mas também podem ser usados outros materiais como plástico, madeira, vidro ou metal. In http://pt.wikipedia.org/wiki/Ocarina.

segunda-feira, 8 de março de 2010

8 de Março - Dia Internacional da Mulher





A todas as mulheres!

Avós,
Mães,
Filhas,
Irmãs,
Companheiras e
Amigas...


de todas as profissões
de todos os tempos
de todos os dias
de todos os momentos...
da dor,
da solidão,
da alegria,
da esperança...



A TI ...

que trazes no ventre a vida e o tesouro de todos os tempos,
que enfrentas a dor com a coragem que tens na alma,
que rasgas fronteiras com um sopro de amor,
que sorris num momento de desespero e
que enfrentas com calma e serenidade o mar tempestuoso da vida,
que és a força que move montanhas ...

que contemplas e amas o mais pequenino ser...

MULHER!

sábado, 6 de março de 2010

Longa Caminhada




O amanhã é hoje
Uma folha perdida
Numa escrita aprendida,
Em tempos vastos,

Numa juventude jamais esquecida! ...
As alegrias são momentos ...
As tristezas são passado,
O presente é o amor,
O futuro poderá ser a lembrança!

Valorizar cada sorriso e
O respirar duma vida
Que aos poucos vai caminhando,
A cada dia esgotando

Um coração entristecido.
E damos então valor
Àquilo que vivemos
Quando se recorda com dor
Aquilo que perdemos.


Acácio Abreu, Nº 1, 11º E

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Pesada IGNORÂNCIA que persiste - Texto integral

Basta um curioso espreitar pela janela, um simples sair da porta, um breve virar de esquina ou uma interessante volta ao quarteirão… Qualquer um destes banais actos é suficiente para nos depararmos com uma variedade de olhares e rostos tendente para o infinito, os quais na invisível face escondem, não só diferentes personalidades, como também diferentes culturas, e na face visível mostram feições distintas, semblantes divergentes, traços díspares, aparências desiguais e, muitas vezes, diferentes raças!
Assim, os banais actos referidos deveriam ser vistos como algo enriquecedor, na medida em que proporcionam o contacto com estas diferentes raças e, portanto, com as culturas correspondentes. No entanto, tal não acontece, e na possibilidade de novas convivências, as pessoas preferem a ignorância de permanecerem restringidas apenas à sua raça. É possível, em apenas uma palavra, descrever este acto de insciente e inculta escuridão. A palavra será, decerto, racismo, que todos pensam conhecer, que muitos conhecem de perto, sendo poucos os que se preocupam com as suas causas ou consequências, talvez pelo facto de a popularidade do assunto o tornar banal, ou quem sabe para prevenção do ferimento de determinadas susceptibilidades.
Esqueçamos, porém, a falta de preocupação demonstrada pela maioria das pessoas, e enquanto os olhos lêem estas linhas e o cérebro pressupõe as entrelinhas, reflictamos acerca do racismo no mundo, porque não é uma hipérbole afirmar que aquele existiu e existe em todas as sociedades e, consequentemente, em todas as épocas. Para tal reflexão, é necessário que se compreenda em que consiste esta forma de destrinça: pode entender-se racismo como a propensão do pensamento para dar importância em demasia à existência de raças humanas distintas, sendo criada uma relação de superioridade e inferioridade entre as mesmas e, assim, uma ideia de que determinados traços físicos organizam, como que hierarquicamente, os diferentes povos.
Estamos agora em condições de verificar o que foi afirmado anteriormente, estamos agora em condições de percorrer um pouco a história, estamos agora em condições de reflectir...
Desde os tempos mais antigos que a distinção entre povos existe. Todavia, inicialmente os casos não eram propriamente de racismo, mas sim de xenofobia, podendo assim dizer-se que um dos primeiros e mais antigos casos de distinção entre raças foi o apartheid, ao qual, na língua de Camões, se dá o nome de segregação racial. Segundo este regime, os povos de raça branca tinham de viver isolados ou apartados dos restantes, pois os primeiros consideravam-se maiores, superiores, supremos, não podendo assim coabitar o mesmo espaço de quem menosprezavam. De igual modo, pensemos também nos tempos de escravatura, e tentemos ser peixes, para não só recordarmos, como também ouvirmos, como se estivéssemos na sua presença, Padre António Vieira pregando, revoltado, o facto de naqueles tempos “os grandes”, ou melhor dizendo, os que se julgavam como tal, comerem “os pequenos”, julgando-os também como tal. Olhemos que “todo aquele bulir, todo aquele andar, todo aquele concorrer às praças e cruzar as ruas, todo aquele subir e descer as calçadas, todo aquele entrar e sair sem quietação nem sossego” eram os mais pequenos e discretos actos de um “grande”, com o também grande e enojado fim de procurar quem comer e como comer, tendo como única condição à sua “refeição” que esta fosse rica em pobres “pequenos”!
Desenganem-se, contudo, os que consideram que só naquele tempo os chamados pequenos eram forçosamente comidos e engolidos, neste caso, por uma onda de racismo que assolava as mentes dos grandes da época, pois hoje, no nosso quotidiano presente, tal também acontece. Ainda assistimos, segundo a segundo, minuto a minuto, hora a hora e dia a dia, a situações de discriminação. Consideremos, apenas a título de exemplo, uma simples procura de emprego, e verificamos que a obtenção deste se torna mais complexa, quando se tratam de contratos entre pessoas de diferentes raças, quando se tratam de acordos entre grandes e pequenos…
Todo este surgir e decorrer de exemplos históricos e sociais, impõe uma pesada dúvida que leva à quase sempre inevitável questão: porquê? Qual o porquê desta tão antiga e tão presente distinção?
Não haverá decerto uma explicação coerente para a intolerância e desrespeito pela diferença. Podemos pensar, no entanto, que tal pode dever-se ao desconhecimento ou insipiência que cada cultura tem sobre as demais. Já no que diz respeito ao uso de negros para escravatura, pode ser associado também ao facto de na época se considerar que estes eram precisamente o símbolo de servidão e de dependência daqueles que eram considerados superiores – os arianos –, devido a um estranho egoísmo ou a um insaciável egocentrismo que possuíam. Talvez por esta razão, ainda nos tempos presentes, se associem maioritariamente os negros a vítimas deste tipo de discriminação. No entanto, é importante salientar que esta existe entre todas as raças e não deve ser particularmente associada a este caso específico.
O racismo, como grande problema da sociedade, conduziu até a tentativas científicas para obtenção de uma justificação coesa das suas causas, das quais foi concluído que se deveria ao facto de a raça ariana ter povoado a Europa e dela terem nascido as raças inferiores.
Contudo, talvez não seja próprio explicar-se cientificamente o que advém, não só de ideias relacionadas com os nossos antepassados histórico-culturais, mas também e principalmente, de uma névoa que existe nas pessoas que vivem em sociedade, apenas com a sua sociedade, das pessoas que não conhecem e recusam o conhecimento e vão transmitindo esta falta de valores de geração em geração, uma névoa à qual se pode, em jeito de disfemismo, chamar ignorância. Ignorância essa que aparece de mão dada com a indiferença, e até agora dela não se separou, o que implica que as vítimas de actos racistas se sintam diminuídas, rebaixadas e excluídas, já que estes comportamentos afectam o sistema psicológico de um indivíduo, podendo, quando graves, conduzir a uma depressão.
Então, o que será necessário? O que será necessário para que se acabem com os actos racistas? O que será necessário para que todos reflictam, naturalmente e não por pedido, acerca das infelizes consequências e das néscias causas deste mal da nossa sociedade? O que será necessário para sermos peixes, sabendo que Padre António Vieira não volta? O que será necessário para sermos Padre António Vieira e conseguir peixes que nos ouçam?
Mudar as mentalidades! Para que se queiram conhecer feições distintas ao espreitar pela janela, semblantes divergentes ao sair da porta, traços díspares num virar de esquina, aparências desiguais ao dar uma volta ao quarteirão e diferentes raças ao praticar qualquer um destes actos, sem que haja qualquer espécie de recusa, de repudia, de descarte ou de rejeição em relação ao próximo apenas porque o não se conhece verdadeiramente, para que não se opine acerca de outrem por falta de concepções ou conhecimentos, já que isso é o chamado preconceito, preconceito apenas pela diferença que não é, pois aqui a palavra diferença adquire um significado de tal forma específico que se é diferente sem o ser.
Por essa razão, a unidade é tão necessária no mundo dentro da diversidade que no mesmo existe, pois apesar de vulgar, não deixa de ser verdade a expressão que ensina que “todos somos iguais”, sem pequenos nem grandes, sem inferiores nem superiores, sem cativos nem vencedores, sem servos nem servidos, sem escravos nem livres, sem negros nem brancos!


Nadi Aguiar, 12.º A

O OURO DA CASA, Entrevista e Artigo Completos



O passado dia 3 de Dezembro, marcou o Dia Internacional da Pessoas com Deficiência. A Escola Secundária de Alves Redol, como instituição com mais de 50 anos, não podia deixar incólume este dia. Como tal, realizou-se uma acção de sensibilização intitulada de " A Deficiência Motora - Quebrar Barreiras".
Levada a cabo pelas alunas Ana Rodrigues, Joana Silva, Rute Mendes e Tânia Reis, do 12º. D e enquadrada na disciplina de Área de Projecto, contou com a presença de todos os elementos da Direcção da escola e com a colaboração especial dos Professores de Educação Física Fátima Ferreira (Directora-Adjunta) e Nuno Ferreira, para além dos alunos do 3º. Ano do Curso Técnico-Profissional de Fotografia, coordenado pelo Professor Manuel Figueiredo e cujas fotografias ficaram a cargo dos alunos Elson Nascimento e Nuno Araújo.
A realização de um jogo de basquetebol em cadeira de rodas foi o culminar desta actividade. Com atletas expressamente vindos da Associação Portuguesa de Deficientes (APD), mostraram como ser deficiente não é ser menor que os outros, proporcionando um espectáculo de qualidade aos alunos e professores presentes no Pavilhão Gimno-Desportivo da ESAR, que se encontrava bem composto. Tendo iniciado o jogo exclusivamente com elementos da APD, as equipas foram paulatinamente revezando os seus elementos, proporcionando um primeiro contacto a alguns dos espectadores presentes, que se confessaram “surpreendidos” com a maneabilidade e a leveza das cadeiras. Com isto, mostraram a capacidade de “driblar” qualquer tipo de constrangimentos.
No entanto, para além do jogo, este evento serviu para alertar a necessidade de haver melhores infra-estruturas a nível nacional e a aplicação de um estatuto de atleta de alta competição, tal como nas modalidades “normais”, que permitam extrair todo o potencial destes atletas que merecem ter uma representação condigna com todas as potencialidades, que todos sabem que estes desportistas têm.
O resultado final do jogo (26-19) foi o menos importante, face à luta contra a barreira social, pois a deficiência não significa menoridade.

ENTREVISTA COM UM PRATICANTE
Combatente na Guerra Colonial do Ultramar, António Vilarinho, com 63 anos, é um dos atletas da APD. Com 39 anos de actividade, e após um processo de fisioterapia no Centro de Alcoitão, é um dos veteranos desta selecção. Estivemos à conversa com este atleta:
Diogo Nunes – Após ter feito o processo de fisioterapia, como descobriu o seu interesse pelo basquetebol em cadeira de rodas?
António Vilarinho – Antes do acidente no Ultramar, eu já era praticante de futebol. Contudo, depois, o interesse pela modalidade do basquetebol em cadeira de rodas foi surgindo e cativou-me.

Diogo Nunes – Comparando com o início da sua carreira, quais são os maiores progressos que encontra?
António Vilarinho – As maiores diferenças são a nível do equipamento. Destaco a cadeira, que enquanto no início da minha cadeira, era muito semelhante a uma comum cadeira de rodas. Desde há 20 anos para trás, e com o maior nível de profissionalização a nível internacional, começaram a ser usadas cadeiras com titânio e alumínio. As cadeiras tornaram-se muito mais leves e maleáveis. No entanto, os apoios mantêm-se – zero – e sem eles, não conseguimos comprar equipamento de melhor qualidade e que nos permita bater-nos por melhores classificações.

Diogo Nunes – Qual considera ser o maior desafio a nível físico desta modalidade?
António Vilarinho - Para mim, a grande coordenação que tem de existir entre cadeira e bola.

Diogo Nunes – Uma última questão, em jeito de curiosidade. Já defrontaram alguma equipa de basquetebol profissional?
António Vilarinho – Sim, há uns anos. Jogámos contra o Benfica e como houve as naturais dificuldades de adaptação por parte deles, obtivemos um resultado bastante favorável. Foi um dia muito bem passado esse.

ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE A MODALIDADE:

· As cadeiras, feitas de alumínio e de titânio, para além de incluírem as 4 rodas normais, incluem mais 2 rodas, de menor dimensão, que evitam os efeitos “cavalinho” e “égua”
· Existe um campeonato nacional, mas que apenas contém equipas amadoras. Já em Espanha, existe um campeonato com equipas profissionais
· Cada cadeira personalizada custa entre os 2000 e os 4000 euros e pode conter protecções de plásticos nas rodas, de modo a proteger os aros dos embates
· O melhor recinto para a prática desta modalidade, é em chão com tacos de madeira, que diminui o atrito entre cadeira e pavimento
· As regras são muito semelhantes, excepto com o transporte de bola, em que podem ser feitos sempre 2 dribles, agarrar e driblar 2 vezes de novo, sem limite de vezes
· O período de adaptação, para novos praticantes, situa-se entre 1 e 2 anos, período durante o qual as qualidades começam a sobressair.




Diogo Nunes, 12.º D

Fotografias dos Alunos do Curso de Fotografia





Parlamento dos Jovens e EUROSCOLAS

É o segundo ano que a ESAR participa no Projecto Parlamento dos Jovens, uma iniciativa da Assembleia da República, desenvolvida , em parceria com o Ministério da Educação e o Instituto Português da Juventude ( IPJ). O Gabinete do Parlamento Europeu é parceiro da AR e do IPJ, na organização do concurso Euroscola, que se articula com o Parlamento dos Jovens / Secundário.
O programa decorre ao longo do ano lectivo e nele participam as escolas que se inscreverem até 31 de Outubro. A ESAR inscreveu-se e, relativamente à 1ª Fase, foram desenvolvidas as seguintes actividades:
- Foi formulado um convite a um deputado da AR para um debate sobre o tema A REPÚBLICA. No dia 11 de Janeiro, pelas 15 horas, realizou-se no Anfiteatro da ESAR um debate com a presença do Deputado Miguel Tiago e com cerca de 80 alunos do 10º, 11º e 12º anos;
- Foi realizada uma Sessão Escolar no dia 20 de Janeiro, para debater e aprovar o Projecto de Recomendação da Escola e eleger os representantes dos jovens à Sessão Distrital. Foram eleitos os seguintes alunos : José Miguel Marcão, do 12º B; Pedro Miguel Caeiro, do 12º C e André Filipe Lopes do 12º C.
- No cumprimento do Regulamento do programa, o Projecto de Recomendação da ESAR foi enviado à AR, no dia 21 de Janeiro. Aguarda-se a publicação dos Projectos de Recomendação das restantes escolas do Círculo de Lisboa para análise e debate prévio dos mesmos, concluindo-se, assim a 1ª FASE do programa.
2ª Fase – Participação no dia 23 de Março, na Sessão Distrital, com as escolas admitidas, para um debate parlamentar. Nesta sessão será aprovado o Projecto de Recomendação do Distrito e serão eleitos os deputados à Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens, a realizar nos dias 26 e 27 de Abril na AR. Esperamos ser uma das 3 escolas eleitas, para aí podermos continuar a participar. Em 2008/9 ficámos em 4º lugar, ex-aequo com a Escola Professor Reynaldo dos Santos , acabando aí a nossa participação no Projecto.
Paralelamente, dois alunos do 10ºC da ESAR, Henrique Fialho e Catarina Arrojado, candidataram-se ao Concurso Euroscola, apresentando um trabalho escrito sobre o tema proposto para 2009/10 “Luta contra a pobreza e exclusão social.” Estes alunos irão fazer a apresentação oral do mesmo no dia 23 de Março, após a Sessão distrital do Parlamento dos Jovens.


BOA SORTE AOS ALUNOS CONCORRENTES.


Os professores coordenadores : Madalena Ferreira e Jorge Lemos

Salut !


Je m’appelle Coralie Ammeloot. J’ai 25 ans. Je suis française et et je viens de Lille, une ville au nord de la France. Je suis arrivée à l’école Alves Redol le 16 novembre 2009 et je reste jusqu’au 26 juin 2010.
Je suis assistante de français : ma mission est de présenter la culture française aux élèves étudiant le français et d’appuyer les professeurs de français ainsi que les élèves en difficulté.
J’aime ce travail et j’ai été bien accueillie.

Coralie Ammeloot

Clube de Línguas



Com o Clube de Línguas da ESAR, a funcionar há alguns anos lectivos, pretende-se motivar os alunos para a aprendizagem das línguas, nomeadamente o Inglês e o Francês, porque consideramos que, na sociedade actual, plurilingue, intercultural e pluricultural, o domínio de vários idiomas se torna uma mais-valia para a valorização profissional dos jovens, confrontados com realidades em constante transformação. Neste ano lectivo, estamos na sala 339, onde os alunos podem ser acompanhados, ao longo da semana, por professores de Inglês e Francês, bem como pela Assistente de Francês, Coralie Ammeloot, que estará connosco até ao fim do mês de Junho 2010.
Até ao momento, várias actividades foram realizadas, através de exposições de trabalhos de alunos na Biblioteca, comemorando datas ou eventos significativos da cultura europeia:
· Dia Internacional das Línguas;
· Halloween;
· Comemoração do cinquentenário de Astérix et Obélix;
· Evocação do Armistício de 1918, através de visionamento do filme «Joyeux Noël»;
· Construção de uma árvore de Natal «ecológica»;
· Celebração do Natal – troca de postais de Natal;
· Comemoração da Chandeleur, com feitura e prova de crepes na cantina.

Exposição sobre o Dia das Línguas


Exposição sobre os 50 anos de Astérix e Obélix

Uma das actividades importantes que o Clube de Línguas assegura, também neste ano lectivo, é o apoio pedagógico a alunos com dificuldades a Inglês e Francês. Por outro lado, contribui ainda para a preparação de alunos para o Exame do DELF scolaire, através de actividades específicas onde são treinadas as quatro competências básicas da comunicação.
É de salientar que o Clube de Línguas dinamiza igualmente encontros com funcionários que pretendam melhorar o seu conhecimento da língua francesa, desenvolvendo actividades que treinam a expressão oral.

Outras iniciativas estão planeadas até ao fim do ano lectivo, como, por exemplo, a Semana das Línguas que se realizará em início do terceiro período e a Visita de Estudo a França – Normandia e Paris – que decorrerá entre 20 e 27 de Março de 2010.

Como vês, o Clube de Línguas tem actividades interessantes, nas quais podes participar. Não hesites em contactar o teu professor de Inglês ou de Francês, pois, nos nossos dias, falar línguas estrangeiras é uma mais-valia que te ajudará na tua vida de estudante ou profissional. Contamos com a tua presença!


Visita de Estudo a Paris e Poitiers (Futuroscope) no ano lectivo de 2007/2008


Visita de Estudo a Paris no ano lectivo 2007/2008


A coordenadora do Clube de Línguas
Profª Ana Maria Mesquita Remédio

Mostra de Cursos Superiores na ESAR

No dia 20 de Abril de 2010, da parte da manhã, vai realizar-se no salão de alunos da ESAR a «Mostra de Cursos Superiores» organizada pelo Serviço de Psicologia e Orientação, dando cumprimento ao Plano Anual de Actividades deste serviço.
A psicóloga enviou o convite para a participação na Mostra a 22 estabelecimentos de ensino superior e aos 3 ramos das Forças Armadas, após auscultar os interesses dos alunos do 12º ano de escolaridade.
A «Mostra de Cursos Superiores» tem como objectivos:
- dar a conhecer alguns cursos superiores (planos de estudo, saídas profissionais, acesso) e respectivos estabelecimentos de ensino;
- proporcionar o esclarecimento de dúvidas aos alunos;
- fomentar a reflexão sobre os seus projectos de carreira e sobre o ponto de tomada de decisão que se aproxima.
Este evento procura também abrir a nossa escola à comunidade.



A Psicóloga do SPO
Vanda Oliveira

Diário de uma Estudante, Entradas Antigas

Terça, 29 de Dezembro de 2009 “Férias! Férias? Férias… “
Estou de férias há uma semana, mas parece que ainda ontem tive aulas. Sinto-me cansada, com estas festas todas de Natal, não deu para estar dois dias (dois míseros dias…) sem fazer nada, a dedicar-me ao simples prazer de contemplar o tecto e reparar que está igual ao que estava no Verão (sim… desde o Verão que não posso… Vá-se lá saber porque!).
Duvido que consiga ter esses momentos de recolhimento (sestazinhas…) até ao fim da semana, altura em que começa a “segunda volta”. Estou de férias, pois sim, mas não sei bem onde elas foram parar que não as vejo em lado nenhum… Aliás, já lhes estou a ver o fim, sem as ter visto começar…

Quinta, 7 de Janeiro de 2010 “Originalidade, sff”
Hoje, passou-se uma situação de morrer a rir, que me levou a reflectir. A originalidade é uma coisa que muitos dizem prezar, mas poucos realmente levam a serio. Talvez a área em que isso seja mais visível, seja a roupa. É engraçado, porque ninguém gosta de copiar ninguém, mas todos gostam de vestir as mesmas marcas e modelos. E isso, se pensarmos bem, e incompatível com originalidade, porque dada marca não vai criar uma peça diferente para cada consumidor que tem, logicamente…
Acho imensa piada, não o nego, quando ouço alguém dizer que se considera original, voltar costas, e ir até ao meio do salão. Imediatamente, confunde-se com os outros alunos… É sempre, HILARIANTE!
Mas enfim, continuemos a ser homogeneamente originais, é isso que se quer, afinal.

Terça, 12 de Janeiro de 2010 “Futuro, como estás perto…”
A partir de uma certa altura, no 9.º ano, todos perguntam qual a área que vamos seguir. Todos fazem considerações sobre as vantagens e desvantagens de cada área, as saídas profissionais, e outras situações mais ou menos úteis de se considerarem. Mas a decisão final, a derradeira escrita no boletim de matrícula, e de cada um, e nenhum deve deixar de escolher aquilo que quer.
No secundário, tudo muda de figura: já dependemos de notas, para ascender ao degrau Superior… E já temos de pensar no degrau depois do degrau Superior: a nossa profissão. Voltamos a receber conselhos de pessoas que já passaram pela fase que, em alguns casos, nos anda a fazer pensar imenso, e continuamos em parte indecisos.
O mais importante: pensar. O pior: pensar de mais, ou deixar a decisão para o último dia.
Inês Calçôa, 12.º C